quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
SESOEMLUTA / RECC CONVIDA PARA REUNIÃO ABERTA PARALELA AO ENEFIL.
O Coletivo SERVIÇO SOCIAL EM LUTA e demais militantes de outros coletivos ajudam a construir da REDE ESTUDANTIL CLASSISTA E COMBATIVA (RECC) convidam todos e todas estudantes nesta quinta-feira para uma REUNIÂO ABERTA no espaço paralelo ao 28º Encontro Nacional de Estudantes de Filosofia - ENEFIL/2011.
Será um breve comentário sobre o coletivo, apresentação da Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC) finalizando com denuncias sobre o caráter da UNE que atualmente demonstra-se estéril nas lutas alheio (afastado frente) as mais variadas demandas estudantis e demais frações da classe trabalhadora (sindical e popular).
Assim iremos desdobrar e propor um combate a burocracia Governista (PT/PC do B) e Para-governista (PSOL/PSTU/PCB) presentes no Movimento Estudantil (M.E).
Local:
- Universidade Federal Fluminense – uff.
- Campus Gragoata- Bloco O – Tablado.
- Niterói - Rio de Janeiro
- Dia 20/01/2011 (Quinta-feira).
- Ás 16h30min.
“Nada mais claro de explicar que o Movimento Estudantil (M.E) é formado por estudantes. E você escreve a história de sua geração hoje.”
http://redeclassista.blogspot.com/
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
CEB REVERTE GOLPE DO DCE-UFPE
Em decisão unânime, o Conselho das Entidades de Base (CEB) ocorrido nesta quarta-feira (22.12.2010) com a participação de 18 Diretórios Acadêmicos, realizou a reintegração de posse da Sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFPE). Indevidamente ocupado desde junho deste ano, mês em que uma tentativa de eleição para esta entidade foi impugnada pela própria Comissão Eleitoral devido ao não cumprimento das diretrizes do Estatuto Eleitoral , uma verdadeira tentativa de golpe, o grupo responsável continuava ocupando o local e se auto-proclamando DCE.
Os Diretórios envolvidos, representando a grande massa de de D.A.s convocados para esta reunião, acreditam neste primeiro passo como indispensável à grande caminhada em defesa de uma Representação Legítima e Democrática dos estudantes da Universidade Federal de Pernambuco.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Sinalizar esta mensagem [jornal-estilhaco] lançamento da 2. Edição
Lançamento da segunda ediçao do Jornal ESTILHAÇO, jornal produzido por varios coletivos aqui de Pernambuco.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Troca de favores políticos na Reitoria UFPE
Urgente - Informações da situação do DCE-UFPE
Desde a eleição para o DCE - UFPE que aconteceu no mês de junho/2010 vem se arrastando uma disputa entre a Reitoria da UFPE e o grupo Correnteza, suposto vencedor do pleito composto por membros do (PCR - Partido Comunista Revolucionário).
Os embates começaram com o cancelamento das eleições por parte da Comissão Eleitoral e tal decisão foi tomada por serem comprovadas fraudes no processo.
As chapas concorrentes CORRENTEZA (PCR) e NÃO PARE NA PISTA (PSTU/ANEL) seguiram o processo eleitoral mesmo com o cancelamento oficial da eleição, inclusive se trancando na sede do DCE para a apuração dos votos.
Mesmo sem atingir o quórum mínimo de votação que já devia ter sido “acordado” entre os candidatos antes da apuração, o coletivo CORRENTEZA (PCR) se auto proclamou vencedor.
Até 2 semanas atrás a reitoria não havia legitimado a tal “eleição” automaticamente vetando o acesso ao dinheiro do DCE.
Porém, não mais que de repente, eis que surge a notícia de que a Reitoria os reconheceu enquanto gestão, entretanto, não sem o seu preço...
Tudo indica que o Reitor Amaro Lins legitimou este processo eleitoral VERGONHOSO para não criar obstáculos no próximo ano (2011) onde provavelmente se candidatará novamente para reitor, ao mesmo tempo em que angaria o APOIO da corja que se favoreceu.
Não podemos aceitar que uma eleição fraudulenta como esta seja legitimada simplesmente pelo desejo de poder do grupo que atualmente domina a Reitoria.
Isto é uma vergonha para o corpo de estudantes,principalmente para os da UFPE.
POR UM NOVO PROCESSO ELEITORAL DEMOCRÁTICO!!
DEMOCRACIA JÁ!!!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
O voto de um amigo
É chegada a hora, foi dada a largada, quem tiver mais amigo ganha. Vai!
É basicamente assim que vem se resumindo as eleições no Movimento Estudantil, que, ironicamente, vem se resumindo mais ainda em eleições. É a disputa clássica por um lugar de destaque no trono do ego. Uma disputa vaidosa que não tem nada a ver com representar o povo, mas sim, a si mesmo. Ou não? Alguém tem que se adorar muito ao ponto de achar que está apto para representar as vontades alheias, tem que ser no mínimo onipresente e onipotente. Mas além do ego, tem que ter alguém que alimente esse ego, ou seja, o amigo. Este serve tanto pra dizer aquele velho “vai amigo, tu pode!” quanto pra o ganho de votos, é claro.
Bem, as experiências que venho acompanhando no ME (Movimento Estudantil), sobretudo no MESS (Movimento Estudantil de Serviço Social) se dão nesse sentido. Recentemente estive no ENESS (Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social) e tive o desprazer de acompanhar diversos embates sobre qual voto defenderíamos.
O desprazer que digo não se encontra na discussão lógica e legitima de qual rumo tomaríamos, mas sim no momento de levantar os dedinhos, pois o que se via era que não adiantava se berrar (e el@S se berravam) e se esgotar em argumentos por vezes até interessantes a respeito de qual seria o melhor caminho. Pior ainda, o “melhor caminho” era rodeado de interesses e armadilhas. E no fim, era horrível o que prevalecia: os dedinhos de amizade. Não importava prestar atenção (se é que prestavam), a opinião política pessoal ou a compreensão do que as votações representavam, a amizade falava mais alto, afinal “meu amigo disse ué, por que devo pensar contrário? ele nunca me enganaria”.
Deixamos os amigos de lado um pouco, pensemos um pouco agora no inimigo. Bem, outra característica interessante que noto desde que entrei no MESS, é que nele se ganha ou se perde inimigos sem muitas vezes saber o porque. E é bem interessante como se ganha tais inimigos, é uma seqüência lógica: se você fica amigo de um grupo, logo fica inimigo do outro, e por isso toma para si a briga de velhos dinossauros do MESS. Não estou dizendo aqui que não existam amizades que sejam construídas de forma limpa. O problema é que muitas vezes, ou por ingenuidade ou por empolgação, se ama a uns e se odeia por tabela os outros que nem tiveram a oportunidade de se mostrarem legais também. É sempre assim, quem chega agora cai de pára-quedas em conflitos que não são seus, se tornam a menina dos olhos de qualquer um que queira ser bem votado nas próximas eleições e são formados para serem os novos quadros do MESS.
A conseqüência de tudo isso é que os debates do Movimento vêm se perdendo de maneira no mínimo enojada, onde os amigos servem como massa de manobra para o alcance dos interesses dos ditos “mais espertos”. E, no fim, afirmam os politiqueiros de amizade, “não, o debate era político, não tinha nada a ver com amizade”. Experimenta votar contra.
É basicamente assim que vem se resumindo as eleições no Movimento Estudantil, que, ironicamente, vem se resumindo mais ainda em eleições. É a disputa clássica por um lugar de destaque no trono do ego. Uma disputa vaidosa que não tem nada a ver com representar o povo, mas sim, a si mesmo. Ou não? Alguém tem que se adorar muito ao ponto de achar que está apto para representar as vontades alheias, tem que ser no mínimo onipresente e onipotente. Mas além do ego, tem que ter alguém que alimente esse ego, ou seja, o amigo. Este serve tanto pra dizer aquele velho “vai amigo, tu pode!” quanto pra o ganho de votos, é claro.
Bem, as experiências que venho acompanhando no ME (Movimento Estudantil), sobretudo no MESS (Movimento Estudantil de Serviço Social) se dão nesse sentido. Recentemente estive no ENESS (Encontro Nacional de Estudantes de Serviço Social) e tive o desprazer de acompanhar diversos embates sobre qual voto defenderíamos.
O desprazer que digo não se encontra na discussão lógica e legitima de qual rumo tomaríamos, mas sim no momento de levantar os dedinhos, pois o que se via era que não adiantava se berrar (e el@S se berravam) e se esgotar em argumentos por vezes até interessantes a respeito de qual seria o melhor caminho. Pior ainda, o “melhor caminho” era rodeado de interesses e armadilhas. E no fim, era horrível o que prevalecia: os dedinhos de amizade. Não importava prestar atenção (se é que prestavam), a opinião política pessoal ou a compreensão do que as votações representavam, a amizade falava mais alto, afinal “meu amigo disse ué, por que devo pensar contrário? ele nunca me enganaria”.
Deixamos os amigos de lado um pouco, pensemos um pouco agora no inimigo. Bem, outra característica interessante que noto desde que entrei no MESS, é que nele se ganha ou se perde inimigos sem muitas vezes saber o porque. E é bem interessante como se ganha tais inimigos, é uma seqüência lógica: se você fica amigo de um grupo, logo fica inimigo do outro, e por isso toma para si a briga de velhos dinossauros do MESS. Não estou dizendo aqui que não existam amizades que sejam construídas de forma limpa. O problema é que muitas vezes, ou por ingenuidade ou por empolgação, se ama a uns e se odeia por tabela os outros que nem tiveram a oportunidade de se mostrarem legais também. É sempre assim, quem chega agora cai de pára-quedas em conflitos que não são seus, se tornam a menina dos olhos de qualquer um que queira ser bem votado nas próximas eleições e são formados para serem os novos quadros do MESS.
A conseqüência de tudo isso é que os debates do Movimento vêm se perdendo de maneira no mínimo enojada, onde os amigos servem como massa de manobra para o alcance dos interesses dos ditos “mais espertos”. E, no fim, afirmam os politiqueiros de amizade, “não, o debate era político, não tinha nada a ver com amizade”. Experimenta votar contra.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
BLOG CORESS UFPE
segue o link do Blogger do CORESS 2010 que acontecerá na UFPE.
link: http://coressufpe2010.blogspot.com
Nesse Blog vcs encontrarão informações de como anda o procedimento do encontro.
Estamos com alguns empasses enquanto ao alojamento e estamos correndo atrás de concluir isso.
Essas e outras informações, vcs encontrarão no blog.
Pedimos que todos e todas possam acompanhar as atualizações do mesmo, e que possam repassar pras outras escolas pra que elas também acompanhem.
link: http://coressufpe2010.blogspot.com
Nesse Blog vcs encontrarão informações de como anda o procedimento do encontro.
Estamos com alguns empasses enquanto ao alojamento e estamos correndo atrás de concluir isso.
Essas e outras informações, vcs encontrarão no blog.
Pedimos que todos e todas possam acompanhar as atualizações do mesmo, e que possam repassar pras outras escolas pra que elas também acompanhem.
Alunas de Serviço Social no Piauí abandonam prova após lerem texto homofóbico, professor será dispensado.
Nesta segunda-feira, metade dos alunos do primeiro período do curso de Serviço Social da Faculdade Adelmar Rosado, em Teresina, abandonaram a prova da Metodologia Científica, de um professor substituto, ao contatarem o conteúdo preconceituoso em uma das questões do exame.
Um dos trechos da prova afirmava: “Deve se considerar também que a própria relação sexual entre homossexuais contraria a ordem das coisas relativa à sexualidade e genitalidade humana”. Uma alunas da sala, que é homossexual, questionou o conteúdo da prova e afirmou estar ofendida com o que leu. O professor, então perguntou se ela gostaria de abandonar a prova. A moça saiu aos prantos da sala e foi acompanhada de outras alunas que procuraram a coordenação pedagógica da instituição que ficou do lado das meninas.
O professor terá que refazer o exame e a instituição prometeu demitir o docente após a nova prova. “A prova será anulada. O texto fere a proposta pedagógica do curso, as diretrizes curriculares e o código de ética da Abepess (Associação Brasileira de Pesquisa de Ensino em Serviço Social). Não é o posicionamento da nossa instituição e do curso”, relatou a coordenadora do curso de Serviço Social da faculdade, Iris Neiva, ao jornalista Carlos Lustosa Filho do site cidadeverde.com.
Leia o texto polêmico da prova:
Um dos trechos da prova afirmava: “Deve se considerar também que a própria relação sexual entre homossexuais contraria a ordem das coisas relativa à sexualidade e genitalidade humana”. Uma alunas da sala, que é homossexual, questionou o conteúdo da prova e afirmou estar ofendida com o que leu. O professor, então perguntou se ela gostaria de abandonar a prova. A moça saiu aos prantos da sala e foi acompanhada de outras alunas que procuraram a coordenação pedagógica da instituição que ficou do lado das meninas.
O professor terá que refazer o exame e a instituição prometeu demitir o docente após a nova prova. “A prova será anulada. O texto fere a proposta pedagógica do curso, as diretrizes curriculares e o código de ética da Abepess (Associação Brasileira de Pesquisa de Ensino em Serviço Social). Não é o posicionamento da nossa instituição e do curso”, relatou a coordenadora do curso de Serviço Social da faculdade, Iris Neiva, ao jornalista Carlos Lustosa Filho do site cidadeverde.com.
Leia o texto polêmico da prova:
UNIÃO CIVIL ENTRE HOMOSSEXUAIS
Assistimos à (SIC) pouco tempo na novela da Rede Globo (Páginas da Vida) uma história na qual se mostra a "vida conjugal´ entre homossexuais, inclusive havendo a pretensão dos mesmos adotarem filhos. Ao mesmo tempo, existe projeto na Câmara dos Deputados em tramitação já há algum tempo para ser votado, visando legitimar juridicamente o "vinculo conjugal”, que garantiria para os homossexuais os mesmos direitos dos casais heterossexuais.
Assistimos à (SIC) pouco tempo na novela da Rede Globo (Páginas da Vida) uma história na qual se mostra a "vida conjugal´ entre homossexuais, inclusive havendo a pretensão dos mesmos adotarem filhos. Ao mesmo tempo, existe projeto na Câmara dos Deputados em tramitação já há algum tempo para ser votado, visando legitimar juridicamente o "vinculo conjugal”, que garantiria para os homossexuais os mesmos direitos dos casais heterossexuais.
Diante desta possibilidade de institucionalização do casamento para casais homossexuais, é importante colocarmos a grande responsabilidade dos deputados federais na tomada de decisão em relação ao objetivo de tal projeto. Em razão disto, é que nossos representantes, devem nesta decisão fundamentar-se na ética — que é a fonte do direito — e não simplesmente deixar-se conduzir pelos sentimentos em relação a essa causa, :ou a situação de discriminação, do qual são vitimas esse grupo social, que merece respeito: Em razão disso se faz necessário uma reflexão.
Sendo a vida conjugal uma forma de vivenciar a sexualidade a um nível de maior intimidade afetiva e física, incluindo uma de suas dimensões, que é a genitalidade - capacidade de utilização dos órgãos sexuais - não se pode deixar de reconhecer que no casamento, o aspecto unitivo, que é a manifestação de amor entre um homem e uma mulher, é o que possibilita a concretização de outro aspecto — não menos importante - que é a procriação: a geração de filhos para educá-los.
Contudo, em se tratando da "vida conjugar” entre os homossexuais, constata-se, que, embora o aspecto o unitivo se faça presente entre eles, não se realiza o aspecto procriativo já que este, decorre da união entre um homem e uma mulher e não entre duas pessoas do mesmo sexo. Por isso, essa pretensão entre os homossexuais não tem sentido, não devendo, portanto ser reconhecido juridicamente.
Deve-se considerar também, que a própria "relação sexual" que se estabelece entre os homossexuais contraria a ordem das coisas relativas à sexualidade e genitalidade humana. Sendo o ânus um órgão não receptor, como a vagina, mas expelidor de excrementos, não existem mecanismos facilitadores deste tipo de relação, pois não há nenhuma substância líquida, como no órgão feminino, que possibilite uma relação satisfatória.
Também, por ser uma relação cuja posição não é face a face, mas ao contrário, no mais puro estilo animal, não tem como se expressar o amor de uma pessoa pela outra, já que esta posição revela mais uma instrumentalização do outro, a mera busca do prazer.
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